segunda-feira, agosto 17, 2009

É verdade

Eu gosto de estar contente! E por isso só cá voltarei a escrever alguma coisa em Setembro.

quinta-feira, agosto 06, 2009

Eu gosto de estar contente!

Sim, gosto! E tu?...

terça-feira, julho 21, 2009

Tema da Semana #30

Eu gosto de estar contente. (6)

Tem dias. (5)
O Tacho. (2)
Deus? (0)

Opções para a Semana #31:

As ideias.
Cacorrafiofobia.
SPAM.
Discussões.

segunda-feira, julho 20, 2009

quinta-feira, julho 16, 2009

5 Réis

O meu nome? Interessa-me a pergunta.
Pois a vida não é mais que o dinheiro que se junta

Não sou o que tu queres, mas quem te espera
Não sou pó, nem barro, nem lama
Quando a noite no quarto se encerra
Sou o esperma que se semeia na cama

Não vejo Deus, nem ele a mim
Não gosto das manhãs
Nem daquele cheiro a jasmim que me sufoca
Que me adoenta

Não vou, e saberás tu
Que fiquei a comer
No caldeirão
Nu

segunda-feira, julho 13, 2009

Tema da Semana #29

O João Ratão. (8)

Os ímanes de frigorífico. (7)
A opinião. (1)
Os filmes de época. (0)

Opções para a Semana #30:

Deus?
O tacho.
Eu gosto de estar contente.
Tem dias.

domingo, julho 05, 2009

O "xiripiti", do amarelo!

Pois é... O "xiripiti" que obteve a maior votação dos nossos inesperados leitores é aquele que me recorda uma história que se passou comigo... com uns amigos meus, quero dizer, há uns tempos atrás.

Reza a história que um grupo de amigos se aventurou numa incursão por terras do norte. Curiosos e destemidos, enfrentaram a noite de Guimarães, berço de Portugal, onde gente de raiz, de gema, se diverte e convive ao jeito da melhor tradição portuguesa. A noite começou com um jantar bem regado com o néctar da boa uva portuguesa. Seguiu por locais animados e cheios de juventude, gente menos tradicional é certo mas sempre de raiz, de gema, como é de praxe no bom povo do norte. A noite ameaçava terminar quando subitamente todas as portas se fechavam, umas por iniciativa dos seus donos, outras à força de agentes de autoridade. Com a noite ainda criança e sedentos de animado convívio, nós... os meus amigos, procuraram respostas nos transiuntes. Um jovem rapaz, também ele sedento de alguma animação, acolhe com simpatia a nossa preocupação e oferce-se para nos guiar ao único local capaz de satisfazer a nossa ânsia: a tasquinha do senhor Júlio! E digo-vos... que local mais representativo da nossa tradição e cultura!... disseram eles, os meus amigos! Podia falar-vos dos pratos de moelas, da bela pinga, dos senhores que se encostam ao balcão, sempre dispostos a argumentar em defesa de uma qualquer polémica, teimosos e curiosos, alegres e resingões! Podia falar-vos da acolhedora simpatia do senhor Júlio, que em menos de nada nos tratava como se fossemos clientes de há vários anos. Ou até da curiosa e jovem clientela, que se divertia de forma vigorosa, mesmo sem música de vários decibéis ou comprimidos a passar de mão em mão. Mas estou aqui para vos falar do "xiripiti", o verdadeiro, aquele que faz parte do imaginário de qualquer tasca portuguesa. E esse veio no fim da noite, já depois de atestado o depósito e em cima da vigorosa bica. Os senhores encostados ao balcão, também eles já nossos amigos, quer dizer, amigos dos meus amigos, olharam preocupados para os pequenos copos cheios de "xiripiti" que nos preparávamos para degustar. Temiam a nossa inexperiência... dos meus amigos, avisaram-nos, pediram que nos poupassemos, mas eramos jovens ambiciosos e tinhamos muita coisa para provar ainda! Foi nesse dia... foi nesse dia que nos tornámos Homens! Podia contar-vos o que se passou depois, mas as memórias que tenho são vagas... os meus amigos não me souberam dizer mais nada.

No dia seguinte, ao falar com um amigo, um amigo do norte por sinal, contei-lhe o sucedido e mesmo antes que pudesse terminar a história, dizia-me ele com ar preocupado: "Epa... 'xiripiti' do amarelo é que não, daqueles guardados em garrafas sem rótulo, aquilo é como o petróleo!"... Pois foi mesmo esse o "xiripiti" que vos traz hoje esta história!

terça-feira, junho 30, 2009

manifesto pró-xiripiti em minúsculas devido a dor abstracta da crise ciática

por A

gajo da internet e outras cenas


força pim!

um mundo com apenas café é um mundo que não serve para viver! uma geração de aromatizantes de cimbalinos embicados por um travo mais forte é uma geração que não o precisa de o provar!

torrado, moído, preparado, aquecido, servido, tomado! uma bica sem xiripiti é um café que não o é! viva o xiripiti, viva o cimbalino, a bica e os 300 italianos! vivam os tascos, as tasquelas, as bodegas e as máquinas delas! Viva a minha casa, viva na sua, viva com xiripiti! viva pim!

se ser abstémio é 100% cool eu prefiro ser 1,2% rasca! se não beber xiripiti é progressista, prefiro ser atrasado!

morte à abstinência do xiripiti, à sexual, amoral, chavascal ou melhoral!

um povo que se abstém do xiripiti é um povo que não é o meu!

viva o xiripiti, viva o bagaço a aguardente e o macieira! viva o bagaço amarelo, viva a agua pé, o abafado e todo o xiripiti que não o é! o xiripiti é néctar, é éter é tudo! barra pim!

força ao xiripiti! força à malta! força pim!

segunda-feira, junho 29, 2009

Tema da Semana #27

O "xiripiti". (7)

O "xiripiti". (6)
O "xiripiti". (4)
O "xiripiti". (0)

Opções para a Semana #27:

Os filmes de época.
Os ímans de frigorifico.
O João Ratão.
A opinião.

quinta-feira, junho 25, 2009

Cenas... de gajo!

E para não dizerem que sou feminista, aqui ficam outras cenas com que me deparei durante a minha busca por cenas de que vos podia falar:

Cenas de Gajo

De temática semelhante mas orientação algo diferente, fica a visão masculina das ditas cenas:

Sexo e só sexo!

Há cenas em que os gajos e as gajas estão de acordo, mas há outras em que nem o sexo os consegue unir. Uma cena gira era organizar um debate online sobre cenas de gajas, de gajos e cenas de sexo, entre outras cenas.

Cenas... de gaja!

Andava eu à procura de cenas por essa Internet fora, quando o meu amigo Google me debita em posição cimeira esta área de serviço da nossa auto-estrada da informação:


Vai daí, resolvo dar uma vista de olhos no estaminé. Entre muitas cenas, dou de caras com esta:


E digo-vos, nunca pensei que uma gaja conseguisse fazer uma cena assim... Ainda estou a digerir a coisa, mas posso desde já afirmar que é uma das minhas cenas de gaja preferidas!

Cenas!

Depois de habilmente termos levado as mulheres a falar do tema que mais queríamos discutir, agora chega a altura de falar das cenas. E que cenas temos nós para falar? Cenas altamente, garanto-vos!

Entre as minhas cenas preferidas, encontra-se esta cena:

Fig.1 - fuck yeah!

Sim, tigres dentes de sabre! Cum c*r*lh*! Pois, poucas cenas conseguem cativar a minha imaginação como esta cena e eu gosto que me cativem a imaginação. Não que agora me esteja propriamente a cativar a imaginação, porque não estou a imaginar nada, mas de certeza que é por estar com a cabeça noutra cena qualquer.

segunda-feira, junho 22, 2009

Cenas...

Tinha aqui umas cenas porreiras pensadas para esta semana. Mas neste momento ando de volta de umas cenas no trabalho que me estão a roubar todo o tempo que tinha para outras cenas. Vou ver se me livro dessas cenas a tempo de escrever aqui umas cenas, antes que chegue a próxima semana e com ela outras cenas para escrever.

Tema da Semana #26

As cenas. (40)

O "xiripiti". (39)
O pragmatismo. (0)
O surrealismo. (0)

Opções para a Semana #27:

O "xiripiti".
O "xiripiti".
O "xiripiti".
O "xiripiti".

NOTA:
Esta semana e dada a entusiasta campanha vista a semana passada, parece-me que é apenas justo, nem que seja só para manter o equilíbrio do universo, que se sugiram estes temas para a próxima semana.

sexta-feira, junho 19, 2009

Calcanhar de Aquiles e outras histórias.

Gregos! Se há civilização antiga que curto é a grega, e nem é pela homossexualidade selvagem que eles lá praticavam, era mesmo por outras coisas. Sim, coisas, não cenas! Porque é claro que também havia cenas, cenas como a guerra de Tróia, que como em muitas cenas estúpidas engendradas pelos homens, foi derivado a uma mulher.

Basicamente Helena foge com o príncipe Páris para Tróia, tudo bem. Mas o problema é que ela foge do Rei e legitimo esposo Menelau. E por mais que ela não gostasse da lenga lenga "Menelau, Menelau, cabeça de bacalhau!" a sua obrigação seria ficar junto do seu marido e não despoletar uma guerra de 9 anos entre os Aqueus cabeludos e os Troianos!

Em outra altura o Aquiles andava por lá a guerrear e encontrou uma moça Troiana, que levou para a sua tenda de campanha como escrava (uma tradução mais actual seria esposa). Mas! eis que Agamémnon, chefe da comitiva de recuperação da Helena e tido como um dos mais bravos gregos que nunca existiu, acha graça à moça e a rouba de Aquiles levando-a para a sua tenda. Aquiles faz birra recusando-se a combater levando a que os gregos sofram severas baixas após várias investidas Troianas. E só voltou a combater quando Heitor matou o seu amigo e companheiro de armas Pátroclo.

Mas não se fica por aqui. Durante os nove anos de guerra e nove anos de volta para a Grécia, as mulheres conseguiram os seguintes cenas:
  • Agamémnon morreu às mão de sua esposa assim que chegou a casa.
  • Uma Calipo obriga Ulisses a navegar sem rumo durante 7 anos até chegar a casa!
  • Entretanto ele tem de sobreviver às sereias.
  • A Cila, de cuja cintura brotam cães esfaimados e não coisas bonitas que dá vontade de..
  • A Caribdis, que antes de se tornar num monstro era também ela uma mulher.
  • etc...

Que podemos concluir?

O verdadeiro calcanhar de Aquiles, não é mais que as cenas que as mulheres nos fazem.

quarta-feira, junho 17, 2009

O calcanhar de Aquiles.

Ora vamos lá ver... O calcanhar de Aquiles... Isto é muito fácil e divertido para o moderador arranjar temas para a sondagem, o pior é depois conseguir construir todo um texto lógico e coerente sobre os mesmos. Felizmente, aqui no Picotado não temos de fazer nada que seja lógico e coerente, por isso também se torna fácil e divertido escrever sobre todo e qualquer tema.

Portanto, passando agora ao assunto em epígrafe, o mito do calcanhar de Aquiles é uma coisa no mínimo ridícula e no máximo estranha. Quer dizer, o senhor era um herói da Grécia, o maior e mais belo guerreiro da guerra de Tróia. Um ser invulnerável em todo o seu corpo! Espera, todo o seu corpo não, o seu calcanhar era vulnerável. E, azar dos azares, há uma pequena seta envenenada que o atinge mesmo no calcanhar, no único espacinho em que o senhor era vulnerável. Francamente... Se é para fazer mitologia, então que se faça mitologia a sério! Agora heróis que morrem com setas envenenadas no calcanhar? Isto lá é maneira de um herói morrer? Eu sei que naquela altura ainda não tinha pegado a moda do camião carregado de explosivos, mas podiam ao menos dar ao senhor Aquiles uma morte mais digna de um herói. Sei lá, podia ter ganho a guerra e depois ter morrido de exaustão sexual enquanto comemorava a mesma rodeado de ninfas! É só uma ideia...

E porquê o calcanhar? Ah... e tal! Porque a mãe tentou torná-lo imortal mergulhando-o no rio Estige enquanto o segurava pelo calcanhar, mas como teve medo de molhar os deditos deixou o calcanhar do rapaz de fora. Mais uma história sem sentido. Melhor trabalho fazia Jesus quando baptizava gente no rio Jordão. Iam a banhos à séria, num ficava nada de fora, e nem sequer era pela imortalidade!

A mim parece-me que, a certa altura, quem estava a escrever estas coisas achou que era altura do senhor imortal morrer. E como é que se mata um senhor que é imortal? Inventa-se uma outra história que diz que o senhor é imortal em todo o corpo menos no calcanhar e põe-se um guerreiro a fazer pontaria ao dito com uma seta envenenada. E por que haveria o senhor de ser vulnerável só no calcanhar? Porque a mãe quando o tornou imortal teve medo de molhar os deditos na água fria do rio Estige enquanto o segurava pelo calcanhar. E porque não quis a mãe molhar os deditos? Porque o Estige é um rio formado num glaciar e a água estava fria... E por aí adiante... Assim até eu escrevia mitologia, mas gosto mais dos blogs!

segunda-feira, junho 15, 2009

Tema da Semana #25

O calcanhar de Aquiles. (5)

Os barulhos parasitas. (3)
As sondagens. (0)
A amizade. (0)

Opções para a Semana #26:

O Surrealismo.
As cenas.
O "xiripiti".
O Pragmatismo.

quinta-feira, junho 04, 2009

Mas afinal... O que é a alcagoita?

Digam de vossa justiça!

quarta-feira, junho 03, 2009

Alcagoita em scherzo de letra menor

esta sede que me consome
desafia-me ao consumo

mergulhado em amarelo e dourado

mar...

amarro-me, prendo-me
solta-me

este caos que me sujeito
vazio, ordenado
ordena-me que o complete
algo falta, de menos a mais.

alcagoita!? alcagoita?
encontrei-te sem saber
procurava-te?
gordurosa, crocante.

quem te nomeou não te sabia tão bem.

"alcagooooiiiiiitta! alcagoiiiiita."
o som ecoa pela espaço
mais, quero mais
bam bam bam bam

"alcagoooooita!"

e a alcagoita não há
só há tremoço.

porra.

segunda-feira, junho 01, 2009

Tema da Semana #23

A alcagoita. (5)

O acordo ortográfico. (3)
A Google. (2)
Escala de Kardashev. (1)

Opções para a Semana #24:

O calcanhar de Aquiles.
As sondagens.
Os barulhos parasitas.
A amizade.